Mancha no hall, garagem ou teto de unidade
Mofo que volta depois de pintar indica fonte contínua de água. Pintar outra vez sem localizar a origem é custo que a assembleia aprova duas vezes.
Manter a manutenção do prédio em dia é mais simples quando existe diagnóstico antes do orçamento. Vistoriamos sem quebra, apuramos a origem da umidade e entregamos o relatório que sustenta a decisão do condomínio.
Umidade em prédio raramente aparece onde nasce: ela percorre a estrutura e se manifesta um pavimento abaixo, na unidade do vizinho ou no hall. Diagnosticar cedo é o que separa manutenção programada de obra às pressas.
Mofo que volta depois de pintar indica fonte contínua de água. Pintar outra vez sem localizar a origem é custo que a assembleia aprova duas vezes.
Revestimento descolando e trincas na fachada deixam a água entrar na alvenaria. Além do dano, há responsabilidade do condomínio sobre o que pode cair.
Consumo que sobe sem mudança de ocupação sugere perda em prumada, barrilete, reservatório ou boia que não veda.
Quando cada morador tem uma versão, o que destrava é medição. O laudo troca a discussão de quem tem razão por onde está a origem.
A vistoria é planejada com a administração para incomodar o mínimo possível: sem interdição de área comum e sem quebra exploratória em unidade de morador.
A câmera revela as regiões que retêm umidade atrás do revestimento. A fachada é lida do solo ou de pontos de apoio, e o resultado indica onde vale subir — em vez de inspecionar o prédio inteiro de perto.
A sonda entra em prumada, ramal, ralo, caixa e galeria e filma por dentro. Obstrução, ruptura, raiz invadindo o cano, desnível e deformação aparecem na tela, com o trecho identificado — e com imagem que o síndico mostra para quem for orçar.
Na rede pressurizada, a escuta localiza o ruído da fuga e o teste de estanqueidade isola o trecho responsável. É assim que se separa vazamento de prumada coletiva de problema interno de uma única unidade.
O que está alto é o que menos se olha e o que mais cai na conta do condomínio. O drone térmico lê fachada, telhado, cobertura e área de difícil acesso de fora, à distância, antes de o prédio gastar com acesso em altura.
A câmera térmica embarcada registra a diferença de temperatura da superfície. Umidade retida atrás do revestimento aparece como anomalia térmica no mapa, com a posição no prédio identificada.
Fachada com pastilha solta, telhado e cobertura sem acesso seguro, platibanda, rufo e calha: pontos que exigiriam balancim só para serem vistos. A leitura indica onde vale subir e onde não precisa — e isso muda o tamanho do orçamento que a assembleia vai aprovar.
Falha em rede de esgoto, ramal, caixa ou fossa aparece como afundamento do solo, goteira, umidade e cheiro no hall e na garagem. Para encontrar a origem sem demolir área comum, o teste é feito por partes.
O trecho é isolado e avaliado em separado. É o teste que diz se aquele ramal segura ou não — e, quando não segura, qual pedaço é o responsável.
Bloqueiam o trecho em avaliação para que o teste responda por um pedaço de cada vez, sem interferência do resto da rede do prédio.
Marcam a água que corre dentro do sistema. Quando ela reaparece em outro ponto, o caminho que a umidade faz deixa de ser suposição.
Revela o traçador na superfície e confirma por onde o esgoto está escapando, inclusive em mancha que a olho nu não se distingue de infiltração de chuva.
A assembleia delibera melhor sobre um documento do que sobre relatos divergentes. O relatório é escrito para ser lido por quem não é da área técnica, sem deixar de ser técnico.
Data da vistoria, áreas percorridas, equipamentos utilizados, leituras obtidas e registro fotográfico de cada constatação.
Onde a água entra ou escapa, em qual elemento construtivo, e a distinção entre o que é de área comum e o que é de unidade privativa.
Documento assinado e identificado, condição para ter valor de peça técnica em assembleia, em negociação com seguradora ou em discussão entre condôminos.
Com a origem definida, o condomínio pede orçamento da mesma obra a empresas diferentes e compara propostas que falam da mesma coisa.
A AquaScan atua no diagnóstico e no laudo técnico. A atribuição de responsabilidade entre condomínio e unidade segue a convenção, o regimento interno e a legislação aplicável: o laudo descreve o fato técnico que embasa essa decisão, que cabe ao condomínio e à sua assessoria jurídica. Atendimento em Belo Horizonte, MG e região.
Combinamos tudo com a administração antes, para o condomínio saber o que vai acontecer e quando.
Você descreve onde aparece a umidade, há quanto tempo e o que já foi tentado. Com fotos, já conseguimos indicar o tipo de vistoria e o custo.
Definimos data, áreas a percorrer, acessos necessários e se haverá fechamento temporário de algum trecho, para avisar os moradores com antecedência.
A equipe aplica as leituras nas áreas combinadas e documenta cada constatação. O síndico ou o zelador pode acompanhar o trabalho.
Entregamos o relatório e explicamos o conteúdo, para o síndico apresentar o diagnóstico na assembleia sem depender de tradução técnica na hora.
Umidade que entra na estrutura não se estabiliza: ela avança pela alvenaria, corrói armadura, solta revestimento e transforma manutenção preventiva em obra emergencial — aquela que a assembleia aprova sem ter escolha e sem tempo de comparar orçamento.
A leitura térmica é feita à distância, do solo ou com drone equipado com câmera térmica, e aponta as regiões da fachada que retêm umidade. Ela não substitui a inspeção de perto onde houver indício de risco, mas direciona o acesso em altura: em vez de varrer todo o edifício, o condomínio concentra esforço e custo nos trechos que a medição indicou.
É exatamente o que a vistoria apura. O laudo registra onde está a origem da água e em qual elemento construtivo — prumada coletiva, fachada, laje, impermeabilização de área comum ou instalação interna de uma unidade. O enquadramento da responsabilidade segue a convenção do condomínio e a legislação; o laudo entrega o fato técnico sobre o qual essa decisão se apoia.
Serve, e é para isso que ele é escrito. Traz data, fotos, as leituras obtidas e a identificação do responsável técnico, em linguagem que o condômino entende. Com ele, a assembleia delibera sobre um diagnóstico documentado em vez de decidir entre versões diferentes do mesmo problema.
A leitura térmica e a escuta não exigem interdição e não atrapalham a rotina do condomínio. O teste de pressão precisa do fechamento do trecho avaliado, por um período combinado antes com a administração e comunicado aos moradores. Nada é fechado sem aviso prévio.
Nossa entrega é o diagnóstico e o laudo técnico. Depois do laudo, o reparo pode ser feito pela nossa frente de soluções hidráulicas ou por um profissional da sua confiança: você decide com o ponto já marcado. Para o condomínio isso é saudável: o laudo não nasce do interesse de vender a obra que ele mesmo recomenda, e a assembleia compara orçamentos sobre um escopo já definido.

Mais de 10 anos de experiência em saneamento e meio ambiente, com passagem pelo setor público como Coordenador de Meio Ambiente do Programa Água Doce e Superintendente de Meio Ambiente de MG.
Hoje atua em engenharia diagnóstica com foco em patologias hidráulicas — vazamento e infiltração — por métodos não destrutivos, atendendo construtoras, mineradoras, indústrias e edificações em geral. É o nome e o registro que vão no laudo entregue a você.
Profissional Certificado pelo Clube do Vazamento, iniciativa que certifica profissionais de detecção de vazamento em todo o país, e participante do Encontro Nacional do clube.