1. Encha um balde com a água da piscina
Apoie o balde num degrau, parcialmente submerso, de modo que a água de dentro e a de fora fiquem no mesmo nível e na mesma temperatura.
Repor o nível toda semana é sintoma, não diagnóstico. Separamos evaporação de vazamento real, identificamos se a perda está na estrutura ou na tubulação e marcamos o ponto antes de qualquer obra.
Toda piscina perde um pouco de água para o ar — isso é evaporação e é normal. O que não é normal é perder mais do que o ambiente explica. Esse teste você mesmo faz, e ele separa os dois casos sem nenhum equipamento.
Apoie o balde num degrau, parcialmente submerso, de modo que a água de dentro e a de fora fiquem no mesmo nível e na mesma temperatura.
Com fita ou lápis, marque o nível de dentro do balde e o da piscina. As duas marcas são a referência de comparação do teste.
Deixe a bomba desligada e a piscina sem uso por um dia inteiro. Sol, vento e calor agem igualmente sobre os dois volumes de água.
Níveis que baixaram junto indicam evaporação. Se o da piscina baixou mais que o do balde, há perda por outro caminho — e aí entra a vistoria.
Confundir uma com a outra custa caro, porque o reparo de cada caso é completamente distinto. Por isso o teste é feito por partes, isolando a piscina da rede que a alimenta.
Trinca na parede ou no fundo, rejunte aberto, azulejo solto, falha na vedação de um nicho. A perda acompanha o nível e costuma estabilizar quando a água chega abaixo do defeito.
Sucção, retorno, aspiração e dreno. A perda aparece ou piora com a bomba ligada, porque o sistema trabalha sob pressão nesses trechos.
As peças embutidas na parede são pontos de encontro entre materiais diferentes, e é nessa junção que a vedação costuma ceder com o tempo.
Acontece, e é um resultado legítimo da vistoria. Sai registrado no laudo e você economiza a obra que ia fazer sem necessidade.
A piscina fica cheia durante todos os testes: é o peso da coluna de água que empurra a água pelo defeito e faz a perda aparecer. Esvaziada, ela esconde o problema em vez de mostrar onde ele está. Para esse serviço usamos equipamento específico de piscina, o HIDROFONE GLDS e o KIT PISCINA GLDS.
Isolamos sucção, retorno e dreno e pressurizamos cada linha separadamente. A que não segura pressão é a que tem o furo.
O HIDROFONE GLDS escuta dentro da água e o KIT PISCINA GLDS cobre estrutura e tubulação; no trecho enterrado, a escuta segue o caminho do cano sob o deck e o jardim até o ruído se concentrar sobre o ponto.
A água que escapa altera a temperatura do piso e do solo ao redor, e esse contraste ajuda a confirmar o traçado antes de marcar.
Cada teste aplicado, a leitura obtida, fotos do local e a conclusão: onde está a perda, de que tipo é e o que o reparo exige.
O tempo de vistoria varia com o tamanho da piscina, a quantidade de linhas a isolar e o acesso à casa de máquinas. Escopo e valor são confirmados antes de começar, em Belo Horizonte, MG e região.
Nenhuma surpresa no meio do caminho: você aprova o escopo antes de a equipe começar.
Quanto a piscina baixa, em quanto tempo, se piora com a bomba ligada e o resultado do teste do balde, se já tiver feito. Isso já orienta a vistoria.
Combinamos o dia. Você mantém a piscina cheia, com a bomba desligada algumas horas antes e acesso livre à casa de máquinas.
Isolamos as linhas, aplicamos os testes e marcamos o ponto. Você acompanha e vê a leitura de cada etapa acontecendo.
Entregamos o documento com a conclusão e explicamos o que precisa ser aberto. Depois do laudo, o reparo pode ser feito pela nossa frente de soluções hidráulicas ou por um profissional da sua confiança: você decide com o ponto já marcado.
A água que escapa da tubulação não some: ela satura o solo sob o deck e ao redor da estrutura. Com o tempo isso vira recalque, piso solto e trinca que não estava no problema original — e o reparo deixa de ser só o cano.
Pelo teste do balde. Evaporação age igualmente sobre a água do balde e a da piscina, porque as duas estão expostas ao mesmo sol, vento e temperatura. Se as marcas baixam junto, é evaporação. Se o nível da piscina desce mais que o do balde, existe outro caminho de saída.
Encha um balde com a própria água da piscina e apoie num degrau, parcialmente submerso, para igualar a temperatura. Marque o nível de dentro e o de fora, desligue a recirculação e não use a piscina. Depois de um dia inteiro, compare as duas marcas. Chuva no período invalida o teste: refaça.
Não, e esvaziar atrapalha. É o peso da coluna de água que empurra a água para fora pelo defeito e faz a perda aparecer nos testes. Piscina vazia esconde o vazamento. Além disso, esvaziar traz risco próprio para a estrutura, dependendo do tipo de solo e do lençol freático.
A localização não quebra nada. A abertura acontece só no reparo e apenas no ponto que marcamos — é exatamente para isso que a vistoria existe. O tamanho do corte depende do tipo de falha: rejunte e vedação de peça embutida costumam ser pontuais; cano enterrado exige acesso ao trecho.
A vistoria é feita na própria visita. O que define a duração é a quantidade de linhas a isolar: cada trecho precisa ser pressurizado e observado por um tempo mínimo para a leitura ter valor técnico. Piscina com mais bocais e mais ramais leva mais tempo que uma simples.

Mais de 10 anos de experiência em saneamento e meio ambiente, com passagem pelo setor público como Coordenador de Meio Ambiente do Programa Água Doce e Superintendente de Meio Ambiente de MG.
Hoje atua em engenharia diagnóstica com foco em patologias hidráulicas — vazamento e infiltração — por métodos não destrutivos, atendendo construtoras, mineradoras, indústrias e edificações em geral. É o nome e o registro que vão no laudo entregue a você.
Profissional Certificado pelo Clube do Vazamento, iniciativa que certifica profissionais de detecção de vazamento em todo o país, e participante do Encontro Nacional do clube.